
Quem diria, eu, aqui, seguidamente, falando de surpresas.
Algumas pessoas são supreendentes ou será que sou eu que nunca parei para pensar e ver e ouvir aquela pessoa.
As pessoas não se reconhecem, não sabem quem são aqueles com quem vivem, não sabem mesmo o que querem, onde querem chegar.
É difícil saber olhar, ver bem no fundo, ver a alma, o coração.
Existe um teste comportamental, Predictive Index - P.I. "onde é possível definir com maior confiança, eficácia e assertividade o comportamento profissional compatível com as necessidades exigidas pelo cargo, revertendo em melhores resultados para a companhia e maior satisfação para seus funcionários"
Não existe nada que seja possível definir a alma humana.
Nem sempre dizemos aquilo que queremos ou também, nem sempre as pessoas ouvem aquilo que dizemos, ouvem sim, aquilo que querem ouvir de nós.
"....de que somos feitos se não formos capazes de contemplar, de olhar o outro, de olhar ao nosso redor, de expressar gratidão pela beleza natural que brota do lado de fora da nossa janela, de pisar, delicadamente, sobre uma grama fresquinha, de acompanhar o sol se pôr, de chorar com a lua iluminando novos sonhos, enfim, de sermos seres humanos em estado de espírito tranqüilo a ponto de transcender, nem que seja por alguns segundos a cada dia. Nem que dure o tempo de um abraço, o tempo de uma música, o tempo de um segundo, fazendo com que nos sintamos eternos..."(Irlei Wiesel).
Não paramos, não olhamos, não ouvimos e não somos vistos, nem ouvidos e muito menos observados. Passamos...somos passados. Eu não gosto de passado ou será que gosto?
E assim deixa-se o tempo passar e quando olhamos para trás e paramos para olhar para um lado, outro, a surpresa do inesperado, do quase impossível.
E foi assim que eu li e senti, de alguém que nunca parei para olhar, um aprendiz de poeta, alma sensível e colorida, homem lindo, frases com sentimentos.
E eu nunca tinha visto.Não me permiti olhar.
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